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Força-tarefa prende 27 pessoas por suspeita de lavagem de dinheiro na região

Carros de luxo como Porsches, BMW e Volvo, além de cerca de R$ 200 mil em dinheiro foram apreendidos
lavagem de dinheiro
Carros de luxo como Porsches, BMW e Volvo, além de cerca de R$ 200 mil em dinheiro foram apreendidos

Carros de luxo como Porsches, BMW e Volvo, além de cerca de R$ 200 mil em dinheiro foram apreendidos

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (data) a Operação Octopus, que resultou na prisão de 27 pessoas em Ribeirão Preto e região. A ação conjunta com a Receita Federal e o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público investiga uma organização criminosa envolvida em sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.

Prisões e Apreensões

As prisões ocorreram em Ribeirão Preto (em quatro condomínios de luxo na zona sul), além de cidades como Jaboticabal, Brodowski, Guatapará, Barretos, Cravinhos, Jardinópolis, São José do Rio Preto, Uberlândia (MG) e Foz do Iguaçu (PR). Foram apreendidos carros de luxo (incluindo três Porsches e um veículo elétrico), cerca de R$ 200 mil em espécie, joias e bloqueados R$ 250 mil e aproximadamente R$ 1,3 milhão em criptomoedas. A Justiça autorizou 45 mandados de busca e apreensão e 36 de prisão, sendo que 25 prisões temporárias e 15 preventivas foram cumpridas.

Esquema Criminoso

A organização criminosa atuava na comercialização ilegal de produtos eletrônicos importados da China e dos Estados Unidos via Paraguai, sem o pagamento de tributos. Utilizavam empresas de fachada, contas bancárias de laranjas e complexas movimentações financeiras para lavar o dinheiro obtido ilicitamente. Os investigados, entre empresários e um servidor público federal aposentado, responderão por crimes contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro, sonegação tributária, evasão de divisas, falsidade ideológica, descaminho e organização criminosa.

Desdobramentos

A Polícia Federal não divulgou o nome do chefe da organização criminosa e, devido ao período eleitoral, optou por não conceder entrevistas. A investigação continua em andamento, e ainda não há informações sobre eventuais conexões com outras operações. A operação recebeu o nome de Octopus em referência aos tentáculos da organização criminosa, que atuava em diversas cidades e utilizava métodos complexos para ocultar suas atividades ilegais.

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