Em um dos estabelecimentos, na Avenida Caramuru, apenas duas das seis bombas não apresentaram irregularidades
Nesta segunda-feira, uma operação conjunta entre o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem), o Procon, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e a Polícia Civil de Ribeirão Preto fiscalizou seis postos de combustíveis da cidade. A operação, denominada “Olhos de Lince”, teve como objetivo principal combater irregularidades que prejudicam o consumidor, como a venda de combustíveis irregulares e fraudes em bombas de abastecimento.
Irregularidades encontradas
Em um dos postos fiscalizados, na Avenida Caramuru, foram constatadas diversas irregularidades. Das seis bombas analisadas, apenas duas foram aprovadas. Algumas bombas apresentavam vazamento interno, o que representa risco de acidentes, enquanto outras estavam configuradas para aplicar o chamado “golpe da bomba baixa”, fornecendo menos combustível do que o indicado no visor.
Como funciona a fiscalização
A fiscalização utiliza um método padrão com um recipiente de 20 litros para verificar se a quantidade de combustível dispensada pela bomba corresponde ao volume indicado. Além disso, os técnicos analisam as placas eletrônicas das bombas em busca de indícios de fraude, como o uso de controle remoto para manipular a quantidade de combustível.
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Denúncias e próximos passos
O Ipem reforça a importância das denúncias por parte dos consumidores para auxiliar na identificação de postos com irregularidades. As denúncias podem ser feitas pelo telefone 0800 013 0522 (de segunda a sexta-feira) ou pelo e-mail [email protected]. O Ipem garante o sigilo do denunciante. O consumidor deve exigir a nota fiscal para facilitar a investigação. Em caso de suspeita de abastecimento incompleto, o consumidor pode registrar uma denúncia, mesmo temendo retaliações. O Ipem investiga as denúncias e informa o resultado ao consumidor.



