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Franca está entre as cidades que mais desenvolvem softwares no Brasil

No ranking do INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), francanos ocupam a sétima posição
desenvolvimento de software no Brasil
No ranking do INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), francanos ocupam a sétima posição

No ranking do INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), francanos ocupam a sétima posição

Franca se destaca no cenário nacional de desenvolvimento de software, ocupando a 34ª posição no ranking do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), com nove registros de novas patentes em 2016. Este resultado coloca a cidade na 7ª posição no estado de São Paulo, um feito significativo para um município do interior.

Setor de Serviços como Impulsor do Crescimento

O setor de serviços foi o principal motor do sucesso de Franca no ranking. De acordo com o analista econômico do Instituto de Economia da Associação Comercial e Industrial de Franca, Nanje Baili, o crescimento na área de tecnologia da informação acompanha o desenvolvimento do setor de serviços, porém em ritmo mais acelerado. Isso se reflete na abertura de, pelo menos, uma empresa de tecnologia por ano na última década, gerando empregos e impulsionando a economia local.

Desenvolvimento e Formação de Mão de Obra

Atualmente, Franca conta com 19 a 25 empresas de tecnologia, empregando entre 50 e 60 pessoas em algumas delas. Embora o setor ofereça salários atrativos, a falta de cursos superiores na área de sistemas de informação até recentemente era um obstáculo. Nos últimos cinco anos, porém, houve um avanço significativo, com a formação de 162 profissionais na área. Esse crescimento na formação de mão de obra qualifica a força de trabalho local e contribui para o desenvolvimento contínuo do setor.

Perspectivas Promissoras

O setor de tecnologia em Franca apresenta um grande potencial de crescimento nos próximos anos, com perspectivas positivas para o aumento da renda média dos trabalhadores formais. A cidade demonstra capacidade de inovação e desenvolvimento, consolidando sua posição no mapa tecnológico brasileiro, mesmo diante de grandes centros como São Paulo (com 257 patentes), Campinas (195 patentes) e São Caetano (29 patentes) em 2016.

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