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Franca registra seis mortes no trânsito em 2019

Última vítima fatal foi um morador de rua, de 35 anos, que foi atropelado na Avenida José da Silva na Vila Chico Júlio
Mortes no trânsito Franca
Última vítima fatal foi um morador de rua, de 35 anos, que foi atropelado na Avenida José da Silva na Vila Chico Júlio

Última vítima fatal foi um morador de rua, de 35 anos, que foi atropelado na Avenida José da Silva na Vila Chico Júlio

Franca se despediu de mais uma vítima fatal do trânsito: William de Freitas, 35 anos, morador de rua, foi atropelado e morto na avenida José da Silva, na Vila Chico.

Um Acidente com Testemunhas

O acidente, registrado por câmeras de segurança, ocorreu próximo a uma lanchonete. Um garçom relatou ter visto William momentos antes do atropelamento, aparentemente pedindo dinheiro aos clientes. Segundo a testemunha, William atravessava a rua quando foi atingido em cheio pelo veículo.

Consequências e Impacto na Comunidade

Apesar de socorrido, William chegou sem vida ao hospital. Nascido em Franca, mas com família em Batatais, foi sepultado em sua cidade natal. Comerciantes da região, onde William costumava frequentar uma praça próxima, expressaram tristeza e descreveram-no como um homem tranquilo e inofensivo. A indignação com o ocorrido é grande, principalmente pela constatação de que o motorista estava alcoolizado.

Números que Preocupam e a Necessidade de Conscientização

O caso de William é apenas mais um na sombria estatística de Franca. Ele é a sexta vítima fatal de trânsito em 2023, sendo que em pelo menos dois acidentes os motoristas estavam embriagados. O número de motoristas multados por dirigir sob efeito de álcool quase triplicou entre 2017 e 2022, passando de 563 para 1434 casos. Somente em 2023, já são mais de 200 multas. O comandante do pelotão de trânsito de Franca, tenente Regis Mendes, aponta a falta de conscientização como principal fator para a persistência desse problema. O motorista que atropelou William, embora tenha feito o teste do bafômetro, apresentando taxa abaixo do limite legal para embriaguez ao volante, foi enquadrado em homicídio culposo. O caso segue sob investigação.

A tragédia de William serve como um alerta urgente para a necessidade de conscientização sobre os perigos de dirigir sob o efeito de álcool. A vida de William e a dor de sua família e comunidade são um preço alto demais a pagar por um ato de irresponsabilidade.

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