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Frigorífico de Sertãozinho irá exportar carne para a China

Governo Federal deu aval para que 25 abatedouros brasileiros pudessem enviar o produto para o continente asiático
exportação carne China
Governo Federal deu aval para que 25 abatedouros brasileiros pudessem enviar o produto para o continente asiático

Governo Federal deu aval para que 25 abatedouros brasileiros pudessem enviar o produto para o continente asiático

Um frigorífico de Sertãozinho, interior de São Paulo, comemora a conquista de mais um mercado consumidor: a China. A empresa está entre os 25 frigoríficos brasileiros autorizados pelo governo federal a exportar carne para o gigante asiático, um feito que promete impulsionar a economia local e gerar novos empregos.

Expansão e Novos Mercados

A notícia representa um salto significativo para o frigorífico. Atualmente, 35% da produção é destinada à Rússia, Saldita, Chile e União Europeia. Com a entrada da China no portfólio de clientes, a expectativa é alcançar 50% de exportação do volume total. Para atender à demanda chinesa, o frigorífico investiu na construção de uma câmara fria com capacidade para 1.300 toneladas, armazenadas a -20 graus.

Impacto Econômico e Geração de Empregos

A exportação para a China não se limita apenas ao aumento da receita. A empresa, que atualmente emprega cerca de mil funcionários, prevê a necessidade de ampliar o quadro de colaboradores para dar conta da nova demanda. Embora ainda seja cedo para precisar o número exato de novas vagas, a perspectiva é positiva. A China é o principal mercado consumidor de carne brasileira, com um faturamento que superou US$ 2 bilhões em 2018. A retomada das exportações para o país, após uma breve suspensão em junho devido a um caso isolado de vaca louca em Mato Grosso, reforça a importância estratégica desse mercado.

Perspectivas Positivas para o Setor

A abertura do mercado chinês para frigoríficos da região, incluindo os de Barretos, Cravinhos, Ercília e Nuporanga, sinaliza um momento positivo para o setor. Apesar da limitada oferta bovina, especialistas acreditam que o aumento das exportações trará resultados benéficos para a economia brasileira. O ciclo de produção bovina, que leva de dois a três anos, desde a fecundação até o abate, justifica os investimentos feitos pelos empresários para atender a essa nova demanda internacional, complementando o mercado interno.

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