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Frio faz preço de frutas e verduras subirem

Abobrinha e quiabo foram os alimentos mais afetados, quase dobrando de preço nessa semana
Preço de frutas e verduras
Abobrinha e quiabo foram os alimentos mais afetados, quase dobrando de preço nessa semana

Abobrinha e quiabo foram os alimentos mais afetados, quase dobrando de preço nessa semana

O aumento dos preços dos alimentos tem impactado diretamente o bolso do consumidor, e os feirantes atribuem essa alta às baixas temperaturas que afetaram a produção agrícola em todo o país. Essa combinação de fatores climáticos e seus efeitos na produção tem tornado frutas e legumes mais caros, com a tendência de que os alimentos continuem a influenciar o índice de inflação na região.

Impacto do Clima na Produção

Embora junho tenha registrado alguns dias de chuva intensa, o frio já se mostra um fator determinante na produção de alimentos. A escassez resultante eleva os preços dos produtos, com aumentos significativos observados em itens como a abobrinha, que praticamente dobrou de valor em uma semana, conforme relatado pela feirante Juliana Albaneze.

O Peso no Bolso do Consumidor

A dona de casa Sney Marks, frequentadora assídua da feira, enfrenta dificuldades para encher o carrinho de compras como antes. A necessidade de reduzir a quantidade de itens e evitar desperdícios se tornou uma realidade. A cuidadora Márcia Vilos também compartilha a percepção de que as baixas temperaturas “congelaram” o orçamento do consumidor, forçando a compra apenas do essencial.

Estratégias para Economizar

Para lidar com os preços elevados, a dona de casa Rosa dos Santos enfatiza a importância da pesquisa. Comparar preços em diferentes bancas e buscar produtos mais baratos e com melhor aparência são estratégias essenciais para economizar. De acordo com a pesquisa de índice de preços ao consumidor divulgada pela Sirpe, os legumes tiveram alta de 13,24%, impulsionada pelas condições climáticas nas regiões produtoras. A goiaba vermelha subiu 33,9%, a manga tommy 33,5%, o limão taiti 29% e o abacate teve um reajuste de 18% no mês de maio, com a possibilidade de um cenário ainda mais desafiador em junho.

Diante desse cenário, a busca por alternativas e a atenção aos preços se tornam cada vez mais importantes para o consumidor.

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