Servidores pedem reajuste salarial de 12% e revisão de benefícios; paralisação será definida em reunião nesta quarta
Servidores da USP de Ribeirão Preto aprovam greve por reajuste salarial e melhorias em benefícios
Reivindicações da categoria
A greve, aprovada na tarde de terça-feira, tem como principais reivindicações um reajuste salarial de 12% e a revisão de benefícios, especialmente o auxílio-alimentação, congelado desde 2013. Os funcionários pedem um aumento de R$ 690 para R$ 964. Além disso, denunciam o sucateamento da carreira e o congelamento de outros benefícios.
Impactos e negociações
Embora a greve tenha começado na terça-feira, seus impactos ainda são limitados. A negociação com a reitoria da USP continua em andamento, e nem todos os setores aderiram ao movimento. Uma nova reunião na manhã de quarta-feira definiria quais áreas seriam afetadas. Em São Paulo, a adesão à greve é maior, com o fechamento de um dos portões da universidade e participação de estudantes. Em Ribeirão Preto, a situação é mais contida, com filas menores que o normal na entrada da USP e distribuição de panfletos, mas com expectativa de crescimento da adesão.
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Cenário futuro e abrangência
A paralisação afeta outras unidades da USP, incluindo Piracicaba, São Carlos, São Paulo e Pirassununga. Há expectativa de que a greve também se espalhe para a UNESP, já que as negociações salariais são conjuntas entre as universidades estaduais. A reportagem acompanha a situação e trará atualizações conforme necessário, contando com o auxílio de funcionários e estudantes.



