Reportagem CBN foi até o local e flagrou que um enterro foi realizado sem que os servidores estivessem protegidos
Funcionários de cemitério trabalham sem equipamentos de proteção individual (EPIs) durante enterros, em meio à pandemia.
Falta de EPIs em Cemitério da Saudade
Uma denúncia grave veio à tona: coveiros do Cemitério da Saudade estão trabalhando sem equipamentos de proteção individual (EPIs), como máscaras e luvas, durante o processo de abertura de sepulturas para enterros. A reportagem apurou a situação no local e constatou a falta de proteção dos funcionários, enquanto outras pessoas presentes, incluindo crianças, utilizavam máscaras.
Preocupação com a Saúde dos Funcionários
Um funcionário, que preferiu não se identificar por medo de represálias, relatou que os EPIs só são fornecidos para a remoção de ossos de covas antigas, não para os enterros rotineiros. Essa situação coloca em risco a saúde dos coveiros, que estão expostos ao vírus sem a proteção adequada, em contraste com as demais pessoas presentes, todas devidamente mascaradas. A prefeitura municipal será contatada para esclarecer a responsabilidade pela falta de EPIs, já que os funcionários utilizam uniformes de uma empresa terceirizada.
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Fiscalização e Responsabilidade
A falta de EPIs para os coveiros demonstra uma preocupante disparidade na garantia de segurança durante a pandemia. Enquanto algumas pessoas tomam precauções para se proteger, outras são deixadas desprotegidas, o que exige uma ação imediata por parte das autoridades competentes. A prefeitura municipal deve ser responsabilizada pela fiscalização e fornecimento dos equipamentos necessários para garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores em meio à pandemia.



