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Funcionários do HC de Ribeirão fazem paralisação pedindo reajuste de 50% no salário

Profissionais também pedem a aplicação do piso salarial da enfermagem aprovado pelo Governo em 2022, mas suspenso pelo STF
reajuste salarial
Profissionais também pedem a aplicação do piso salarial da enfermagem aprovado pelo Governo em 2022, mas suspenso pelo STF

Profissionais também pedem a aplicação do piso salarial da enfermagem aprovado pelo Governo em 2022, mas suspenso pelo STF

Trabalhadores da saúde em Ribeirão Preto, SP, realizaram uma paralisação nesta quarta-feira (28) reivindicando melhorias salariais e trabalhistas.

Paralisação no Hospital das Clínicas

A mobilização ocorreu no Hospital das Clínicas (HC) unidade Campos, localizado na zona oeste da cidade. Funcionários de diversas categorias, incluindo enfermagem e administrativo, cruzaram os braços em busca de um reajuste salarial de 50%, a aplicação do piso salarial da enfermagem, um aumento de 43,27 centavos no vale-refeição e um aumento real de 5% nos vencimentos.

Reivindicações da categoria

O diretor regional do sindicato da categoria, Edison Carlos Fidelino, explicou que a paralisação é um ato de luta por melhores condições de trabalho e salários justos. A categoria pretende continuar com as paralisações todas as quartas-feiras até que o governo atenda às suas reivindicações, que incluem o reajuste salarial, o piso nacional da enfermagem e o aumento do vale-alimentação. Apesar da paralisação, os trabalhadores se esforçaram para manter um atendimento mínimo aos pacientes internados.

Impactos e posicionamentos

Cerca de 5.600 trabalhadores da saúde em Ribeirão Preto, incluindo os do HC e do Hospital Psiquiátrico Santa Teresa, estão envolvidos na mobilização. O HC informou que o atendimento ambulatorial e as cirurgias estão ocorrendo normalmente, apesar da paralisação. O hospital também comunicou que não serão considerados os registros de ponto dos funcionários que participaram do movimento. O governo estadual ainda não se pronunciou sobre as reivindicações.

A paralisação demonstra a luta dos profissionais da saúde por melhores condições de trabalho e salários dignos. A expectativa é que o governo estadual apresente uma resposta às reivindicações da categoria, evitando maiores impactos nos serviços de saúde da região.

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