Cidade tem quatro unidades do sistema, mas apenas uma funcionam; Prefeitura alega que veículos estão passando por conserto
Funcionários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Barretos registraram dois boletins de ocorrência para preservar seus direitos, alegando condições precárias de trabalho. A cidade, com quase 120 mil habitantes, está sendo atendida por apenas uma ambulância do SAMU desde o último domingo.
Frota Insuficiente e Condições Precárias
De acordo com o delegado Celso Espadácio, do 3º Distrito Policial de Barretos, os funcionários procuraram a polícia após constatarem que as quatro viaturas da unidade base estão em condições inadequadas. Três ambulâncias estão inoperantes, deixando apenas uma para atender toda a população. O ideal, segundo os funcionários, seria ter três viaturas em operação e uma reserva.
Preocupação com o Atendimento à População
A principal preocupação dos funcionários é a possibilidade de não conseguirem atender a demanda crescente. Com apenas uma viatura disponível, o tempo de espera para o atendimento pode aumentar significativamente. Os boletins de ocorrência foram registrados para garantir que os funcionários não sejam acusados de negligência em suas funções.
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Resposta da Coordenação e da Prefeitura
O coordenador do SAMU, Gilherme Manzando, informou que as equipes estão priorizando casos de emergência, enquanto aguardam a liberação do conserto das três ambulâncias quebradas. Ele ressaltou que o município possui um número de ambulâncias acima do exigido pelo Ministério da Saúde, mas que atualmente apenas uma está em operação. A prefeitura, por meio de nota, informou que uma segunda unidade já voltou a operar e que a unidade avançada deve retornar ao conserto nesta quarta-feira. A administração garantiu que, caso a demanda aumente, outras unidades da Secretaria de Saúde e da Santa Casa darão suporte ao atendimento.
A situação demonstra os desafios enfrentados pelo SAMU em Barretos para garantir o atendimento adequado à população, com a necessidade de otimizar recursos e buscar alternativas para suprir a falta de viaturas.



