Casa de uma pessoa também foi alvo de apreensão de agentes do Gaeco; irregularidade seria na área da Cultura
O Grupo de Atuações Especiais de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagrou na manhã desta quarta-feira (data a ser preenchida) a operação ‘Propriação Cultural’ em Rio Claro (SP). A ação investiga um suposto esquema de desvio de recursos públicos na área da cultura do município.
Mandados e Apreensões
A operação cumpriu mandados de busca e apreensão em diversos endereços, incluindo a casa de investigados e o gabinete de um vereador. Celulares, documentos e uma arma de fogo foram apreendidos. Um casal, dono das empresas investigadas, não foi encontrado e estaria na Bahia. A Justiça decretou a quebra dos sigilos bancário e fiscal dos envolvidos.
Investigação e Irregularidades
As investigações do Gaeco apontam indícios de corrupção ativa e passiva, além de associação criminosa. Um vereador, que também foi secretário de cultura, é investigado. Empresas teriam sido criadas e contratadas sem licitação, recebendo cerca de R$ 815 mil da prefeitura entre 2022 e 2024, com parte do dinheiro retornando para a conta pessoal do vereador, segundo o Ministério Público. A Justiça decretou o sequestro de bens dos envolvidos no mesmo valor.
Resposta da Prefeitura
A prefeitura de Rio Claro informou estar à disposição para colaborar com as investigações e que pauta suas ações pela legalidade, moralidade e transparência. O nome do vereador investigado não foi divulgado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo.



