Crimes teriam sido cometidos em Bebedouro, Jaboticabal e Tambaú; MP apresentou acusações contra 10 pessoas
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) apresentou novas acusações contra 10 pessoas envolvidas em um esquema de superfaturamento na compra de arquivos deslizantes para as câmaras municipais de Bebedouro e Jaboticabal, além da prefeitura de Tambaú.
Operação e Primeiras Investigações
A primeira fase da operação, iniciada em 14 de setembro de 2022, envolveu 50 mandados judiciais em São Paulo e Minas Gerais, incluindo 28 mandados de busca e 22 de prisão temporária. As investigações, que tiveram início em Ilemeira, apontam fraudes em cerca de 70 processos de licitação, com desvios estimados em 8 milhões de reais. Em Ribeirão Preto, cinco pessoas foram denunciadas, incluindo um funcionário público. Em Bebedouro, Jaboticabal, Tambaú, Américo Brasiliense e Santa Adélia, cerca de 20 pessoas foram denunciadas, sendo três funcionários públicos.
Novas Denúncias e Implicações
Com base nas provas coletadas durante as buscas, o Gaeco denunciou 10 pessoas, entre empresários, agentes públicos e políticos, envolvidos em licitações fraudulentas nas câmaras de Bebedouro e Jaboticabal, e na prefeitura de Tambaú. As acusações se concentram no superfaturamento da compra de arquivos deslizantes.
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Ação Judicial
Além das denúncias, o Gaeco solicitou à justiça o bloqueio de bens dos acusados. O caso segue em andamento, com investigações em curso para apurar a extensão do esquema e responsabilizar todos os envolvidos.



