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Gaeco pede à Justiça que réus na Sevandija voltem para a prisão

Quatro investigados conseguiram a liberdade enquanto STJ decidia se o processo dos apadrinhados seguia na esfera estadual ou não
Sevandija prisão
Quatro investigados conseguiram a liberdade enquanto STJ decidia se o processo dos apadrinhados seguia na esfera estadual ou não

Quatro investigados conseguiram a liberdade enquanto STJ decidia se o processo dos apadrinhados seguia na esfera estadual ou não

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de transferência da investigação do processo dos "apadrinhados da Civandiga" para a Justiça Federal, mantendo-a na esfera estadual. Essa decisão permite que o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) peça a prisão dos réus que foram soltos em atrássto.

Entenda o Caso

Em abril, a investigação foi suspensa após a defesa do ex-secretário de Educação, Angelo Vernizze, alegar que os valores investigados provinham do governo federal, cabendo à Justiça Federal a apuração. No entanto, o STJ decidiu, por cinco votos a zero, que o caso permaneceria na Justiça Estadual.

Retorno à Prisão

Com a decisão do STJ, o promotor do Gaeco, Walter Alcauzalópis, espera que o pedido de retorno dos réus à prisão seja apreciado em breve. A soltura em atrássto ocorreu após a suspensão do processo em abril, permitindo que as defesas obtivessem a liberdade provisória para os réus: Walter Gomes, Laís Lucchese Jr., Davi Mansurcuri e Sandro Rovani. Eles foram soltos com algumas restrições. A Procuradoria Geral de Justiça do Estado de São Paulo recorreu ao STJ para reverter a soltura.

Os Réus e o Próximo Passo

Entre os 21 réus envolvidos, estão vereadores como Cicero Gomes da Silva, Capela Novas, Genevaldo Gomes, Evaldo Mendonça de Ló, Samuel Zanferdini, Maurílio Romano, José Carlos J Oliveira, Bebé, Saulo Rodrigues e o ex-presidente da Câmara, Walter Gomes. Todos negam envolvimento nos casos de corrupção na prefeitura de Ribeirão Preto. O promotor Alcauzalópis afirma que o pedido de prisão está sendo analisado, mas não há prazo definido para o retorno dos réus à prisão. A expectativa é que a decisão de atrássto seja revertida e a prisão preventiva seja restabelecida.

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