Seis policiais civis e um vereador são suspeitos de cobrar dinheiro para devolver bens às vítimas de roubos e furtos na região
A operação da semana passada, que prendeu um delegado e um vereador, teve suas prisões temporárias com pedido de prorrogação.
Pedido de Prorrogação
O Gaeco solicitou ao judiciário a prorrogação da prisão temporária dos seis detidos por mais cinco dias. A decisão judicial sobre esse pedido está pendente. Enquanto isso, os presos permanecem detidos e as primeiras oitivas estão marcadas para acontecer na tarde de hoje, por volta das 14h. Três pessoas, envolvidas nas investigações, mas que estão soltas, serão ouvidas pelos promotores do Gaeco em Franca.
Detalhes da Investigação
Segundo o Gaeco, os investigados agiam em benefício próprio, recebendo vantagens para recuperar gado, tratores e caminhões furtados na zona rural das cidades de Tuverava, Aguará e Rifaina. As vítimas pagavam para reaver seus bens, configurando um esquema criminoso que se iniciou em setembro de 2022. A investigação identificou mais de 20 casos.
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Descoberta da Operação
A operação foi descoberta a partir de uma investigação de uma quadrilha relacionada ao jogo do bicho. Mensagens encontradas no celular de um policial civil de Tuverava, já detido por envolvimento com o jogo do bicho, revelaram conversas comprometedoras com o delegado de Tuverava, levando à descoberta dessa outra ação criminosa.
A justiça decidirá sobre o pedido de prorrogação da prisão dos suspeitos. Acompanharemos os desdobramentos deste caso.



