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Gaeco pede que imóveis dos réus da Sevandija sejam alienados antes do término dos processos

Objetivo do MP é ressarcir os cofres públicos dos prejuízos causados pela corrupção; rombo é estimado em R$ 245 milhões
imóveis Sevandija
Objetivo do MP é ressarcir os cofres públicos dos prejuízos causados pela corrupção; rombo é estimado em R$ 245 milhões

Objetivo do MP é ressarcir os cofres públicos dos prejuízos causados pela corrupção; rombo é estimado em R$ 245 milhões

A Operação Sevantija investiga desvios de recursos públicos na Prefeitura de Ribeirão Preto, resultando em um prejuízo de quase 50 milhões de reais. Para recuperar esses valores, o Ministério Público busca a venda antecipada de imóveis pertencentes aos investigados.

Imóveis Apreendidos

Entre os bens apreendidos, estão casas, fazendas, apartamentos, ranchos e escritórios. O promotor Frederico Camargo, do Gaeco (Grupo de Atuações Especiais de Combate ao Crime Organizado), justifica a venda antecipada pela necessidade de preservar o valor de mercado dos imóveis e garantir o controle da administração dos mesmos. A antiga residência da ex-prefeita Darcivera, avaliada em aproximadamente 1 milhão de reais, e uma fazenda de 100 hectares em Cajuru, avaliada em 10 milhões de reais e pertencente à advogada Maria Zuelili Brandi, são alguns dos exemplos.

Garantia de Reversão do Prejuízo

O Gaeco argumenta que a alienação imediata dos bens é crucial para reverter o prejuízo causado. O valor arrecadado será depositado em um fundo específico, garantindo a devolução aos réus caso haja mudanças nas sentenças judiciais. Essa medida visa proteger os cofres públicos e assegurar que o dinheiro seja recuperado, independente do desfecho final do processo.

Réus e Condenações

Entre os investigados estão Darcivera, Maria Zuelili Brandi, Marco Antônio dos Santos, Sandro Rovane, Wagner Rodrigues, e André Hentes, todos condenados a penas de prisão por envolvimento em esquemas de corrupção na prefeitura. Apesar das condenações e prisões, os réus negam envolvimento nos crimes.

A venda antecipada dos imóveis assegura a recuperação dos recursos desviados, protegendo o patrimônio público e garantindo a justiça no caso da Operação Sevantija. O processo demonstra a determinação das autoridades em combater a corrupção e recuperar os valores perdidos.

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