Estabelecimentos foram flagrados abertos vendendo materiais para confecção de máscaras
Nesta segunda-feira, a CBN Ribeirão flagrou diversos estabelecimentos comerciais abertos, desrespeitando os decretos de quarentena e calamidade pública em vigor até 22 de abril. Lojas consideradas não essenciais, como armarinhos, deveriam permanecer fechadas.
Fiscalização e Infrações
O movimento no centro de Ribeirão Preto foi maior que na semana anterior, com lojas de armarinho atendendo clientes em filas. A fiscalização ficou a cargo da Fiscalização Geral e da Guarda Civil Metropolitana (GCM). A superintendente da GCM, Fortuna, confirmou a proibição de funcionamento para lojas de armarinho, roupas, calçados e outros estabelecimentos não essenciais. A GCM já havia fechado mais de 1200 estabelecimentos nos primeiros dias dos decretos e 70 somente no último final de semana. A primeira abordagem é de orientação, mas a desobediência pode levar à condução ao Centro Policial e Judiciário (CPJ) para elaboração de boletim de ocorrência, além de sanções administrativas, como suspensão ou até cassação do alvará de funcionamento.
Exceções e Orientações
Uma exceção foi permitida para lojas que vendem chocolate, desde que comprovadamente produzido por elas. A fiscalização orienta o fechamento de todos os comércios não essenciais, incentivando as vendas por meios eletrônicos. A superintendente reforça a prioridade da saúde pública sobre a economia, apelando para que a população fique em casa para evitar a superlotação dos hospitais e o colapso do sistema de saúde.
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Priorizando a Saúde Pública
O momento exige priorizar a saúde da população. A contenção da contaminação é fundamental para evitar o colapso do sistema de saúde. Ficar em casa é a medida mais eficaz para achatar a curva de contágio.



