As gêmeas Heloísa e Helena, que nasceram unidas pela cabeça, morreram durante a quinta e última etapa do procedimento de separação realizado no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. O óbito foi confirmado após 15 horas de cirurgia, iniciada na manhã do último sábado.
Segundo o HC, as pacientes eram de São José dos Campos. Os detalhes sobre as circunstâncias que levaram à morte das meninas ainda não foram divulgados.
Última etapa
O caso de Heloísa e Helena foi o terceiro de gêmeas unidas pela cabeça conduzido pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Este foi o primeiro procedimento desse tipo realizado pela instituição que terminou com a morte das pacientes.
O primeiro caso foi o das irmãs Maria Isabele e Maria Isadora, do Ceará. Elas foram separadas em 2018, após dois anos de acompanhamento e planejamento. Em agosto de 2023, o hospital realizou a separação definitiva das irmãs Alana e Mariá.
Planejamento
No caso de Heloísa e Helena, o planejamento para a separação durou mais de um ano. A preparação envolveu tomografias, ressonâncias magnéticas, projeções de realidade virtual e impressão de modelos em três dimensões.
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Os recursos foram utilizados para preparar as cinco etapas do procedimento de separação das meninas, que tinham três anos de idade.
Investigação
Até o momento, o Hospital das Clínicas não divulgou os detalhes que levaram à morte de Heloísa e Helena durante a última etapa da cirurgia.
Também ainda não há informações sobre quando e onde serão realizados os velórios das irmãs.



