Otávio Okano afirma que a estiagem longa influencia na elevação da poeira e derruba a qualidade do ar
A qualidade do ar em Ribeirão Preto tem sido afetada pela estiagem prolongada e pela poluição. Dados da CETESB mostram índices de qualidade do ar na faixa moderada, um alerta para a saúde, especialmente para pessoas com doenças respiratórias.
Monitoramento da Qualidade do Ar
A CETESB monitora a qualidade do ar em Ribeirão Preto através de uma estação instalada no Parque Olaria, medindo partículas finas e grossas, óxidos de carbono e enxofre. O índice moderado atual se deve à presença de material particulado em suspensão, agravado pela estiagem e pela poeira depositada nas ruas. Sem chuvas, a qualidade do ar pode piorar.
Queimadas e Poluição
As queimadas programadas em áreas rurais são proibidas por decreto desde 2021, com exceções apenas mediante estudo de impacto ambiental e licenciamento. A coleta mecanizada de cana contribui para reduzir a necessidade de queimadas, mas queimadas clandestinas ainda ocorrem, principalmente em áreas de vegetação, prejudicando a qualidade do ar. A CETESB e a Polícia Ambiental atuam na fiscalização.
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Impactos na Saúde e Ações Preventivas
As partículas finas são mais prejudiciais à saúde, podendo atingir o sistema respiratório e causar doenças. Queimadas urbanas, frequentemente resultantes da queima de lixo doméstico, também contribuem para a poluição. A população pode contribuir denunciando queimadas através de fotos e vídeos para a prefeitura ou, no caso de queimadas de cana, ligando para 0800-11-3560.
A situação da qualidade do ar em Ribeirão Preto exige atenção. A combinação de estiagem, poluição veicular e queimadas clandestinas resulta em índices preocupantes. A fiscalização e a conscientização da população são fundamentais para melhorar a qualidade do ar e proteger a saúde.



