Aos 35 anos, Francisco Carlos Barretto Júnior, decidiu se aposentar da ginástica artística e destaca que escolha foi “difícil”
Após 22 anos dedicado à ginástica artística, o ribeirão-pretano Chico Barreto, de 35 anos, anuncia sua aposentadoria. A decisão, embora difícil, foi tomada gradualmente e marca o início de um novo capítulo na vida do atleta.
Uma trajetória vitoriosa
Barreto acumula uma extensa lista de conquistas: 5º lugar na barra fixa nos Jogos Olímpicos do Rio (2016), 9º lugar por equipes em Tóquio (2021), ouro por equipes no Panamericano de Guadalajara (2011) e três ouros em Lima (2019) – incluindo barra fixa e cavalo com alça. Em 2019, foi eleito o melhor atleta das Américas. Seu currículo ainda inclui uma prata nos Jogos Panamericanos de Toronto (2015), além de medalhas em Jogos Mundiais Militares e Sul-Americanos, e 12 títulos nacionais.
A decisão de se aposentar
Em entrevista, Barreto explicou que a decisão de se aposentar amadureceu ao longo do tempo. Ele destaca a dificuldade que atletas de esportes não-profissionalizados enfrentam ao se aposentar, sem a segurança de uma carreira profissional estruturada. A transição foi gradual, com a diminuição da intensidade dos treinos. Com formação em Educação Física, Barreto já acumula experiência como professor e pretende atrásra se dedicar a ensinar ginástica artística para todas as idades.
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Um novo começo
Iniciando sua carreira em Ribeirão Preto aos 13 anos, Barreto se mudou para São Caetano do Sul e, posteriormente, para o Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo, onde recebeu uma homenagem em seu último sábado de competições. Sua trajetória inspiradora deixa um legado significativo para a ginástica artística brasileira, e sua nova fase promete contribuir ainda mais para o desenvolvimento da modalidade.



