Acusado de matar o enteado Joaquim em 2013 estava foragido na Espanha; prisão em Barcelona aconteceu em abril
Documentos enviados para extradição
O governo brasileiro encaminhou à Espanha toda a documentação necessária para viabilizar a extradição de Guilherme Longo, acusado de matar o enteado Joaquim Pontimakis em Ribeirão Preto, em 2013. Longo fugiu do país no ano passado e foi localizado em Barcelona, preso pela Interpol em abril deste ano.
Homicídio qualificado
O técnico informático foi indiciado por homicídio triplamente qualificado. Ele estava foragido desde setembro do ano passado, seis meses após conseguir um habeas corpus e deixar a penitenciária. As autoridades espanholas analisarão o pedido de extradição, podendo considerá-lo tanto no início quanto no fim do processo, devido ao uso de documentos falsos por Longo na Espanha.
Julgamento no Brasil
A tramitação do processo de extradição na Espanha não deve interferir na eventual condenação de Longo no Brasil. A justiça brasileira, no entanto, ainda não definiu a data do julgamento.
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O caso demonstra a cooperação internacional na busca por justiça em crimes transfronteiriços. A extradição de Longo, caso aprovada, permitirá que ele responda pelos seus atos perante a justiça brasileira.



