De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), adiantamento dos relógios pode gerar economia de R$ 400 milhões
O Ministério de Minas e Energia deve anunciar nesta quarta-feira sua decisão sobre a adoção ou não do horário de verão em 2024.
Novos Estudos e Cenário Energético
Integrantes do governo afirmam que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apresentará novos estudos sobre o atendimento de energia aos consumidores e possíveis mudanças no cenário hidrológico. Um estudo anterior, divulgado em setembro, já indicava a necessidade do horário de verão para economia de energia, estimada em R$ 400 milhões.
Retorno do Horário de Verão: Economia e Polêmica
O ministro Alexandre Silveira declarou que o horário de verão só retornará se for imprescindível. A medida visa melhorar o aproveitamento de energia solar e eólica, reduzindo a demanda máxima em até 2,9% e diminuindo a dependência de termoelétricas, mais caras e poluentes. A mudança nos horários de consumo se encaixa melhor com os picos de geração dessas fontes renováveis.
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Impacto Social e Opiniões Divergentes
Embora o horário de verão tenha sido adotado anualmente desde 1985 com o objetivo de economizar energia, sua eficácia diminuiu com as mudanças de comportamento da sociedade. Sua suspensão em 2019 pelo então presidente Jair Bolsonaro demonstra a complexidade da questão. A decisão de 2024 gerará impactos sociais e opiniões divergentes, como demonstrado pela experiência de diferentes pessoas com a alteração nos horários. A decisão final será anunciada amanhã e será divulgada pela CBN.



