Sobre como funcionam essas movimentações financeiras e o papel do GC na gestão é economista Felipe Borba
O governo federal publicou um decreto que estabelece o Banco Central como órgão regulador do mercado de criptoativos no Brasil. A partir do dia 20 de junho, a instituição será responsável por disciplinar o funcionamento das prestadoras de serviços de ativos virtuais e supervisionar suas atividades. A medida visa trazer mais segurança e transparência para o mercado, combatendo fraudes e protegendo os investidores.
Novas Regras para o Mercado de Criptomoedas
Com a regulamentação, o Banco Central buscará melhorar a relação entre prestadores de serviços e investidores. A expectativa é reduzir a desconfiança gerada por casos de pirâmides financeiras e empresas não habilitadas, oferecendo mais segurança para quem deseja investir em criptomoedas. O decreto não se aplica a ativos representativos de valores mobiliários e não altera as competências da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Impacto no Mercado e Segurança do Investidor
A regulamentação pode impulsionar o mercado de criptomoedas no Brasil, aumentando o volume de negociações e atraindo mais investidores. A maior segurança proporcionada pela supervisão do Banco Central pode levar a uma maior valorização dos criptoativos. Para investidores, a recomendação é buscar empresas credenciadas pelo Banco Central antes de realizar qualquer investimento, garantindo mais segurança e transparência nas operações.
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Orientações para Investimentos Seguros
É importante ressaltar que, apesar da regulamentação, os criptoativos não oferecem garantia de rentabilidade. Seu valor é determinado pela oferta e demanda do mercado. A principal orientação para investidores é consultar o Banco Central para identificar empresas credenciadas e confiáveis antes de realizar qualquer investimento em criptomoedas. Assim como ocorre com outras instituições financeiras, a transparência e a segurança serão reforçadas com a nova regulamentação.



