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Governo Federal veta 200 milhões da verba destinada ao desenvolvimento da vacina Versamune

Imunizante é desenvolvido em Ribeirão Preto por uma startup em parceria com a USP
vacina Versamune
Imunizante é desenvolvido em Ribeirão Preto por uma startup em parceria com a USP

Imunizante é desenvolvido em Ribeirão Preto por uma startup em parceria com a USP

Vacina Versamune: Um Retrocesso para a Ciência Brasileira

O presidente Jair Bolsonaro vetou R$ 200 milhões destinados ao desenvolvimento da vacina Versamune, uma iniciativa 100% brasileira desenvolvida em Ribeirão Preto, em parceria entre uma startup e a Faculdade de Medicina da USP. Este veto representa um duro golpe para a pesquisa científica nacional e para os esforços no combate à Covid-19.

Impacto Financeiro e Cronograma

O valor vetado impactará diretamente as etapas de testes clínicos da vacina. As fases 1 e 2 necessitariam de R$ 30 milhões, enquanto a fase 3 demandaria R$ 310 milhões. Com o corte de R$ 200 milhões, a viabilidade do projeto fica comprometida, atrasando significativamente o cronograma. A estimativa inicial de disponibilidade da vacina em dezembro de 2020 parece agora improvável.

Surpresa e Contradição

O veto contrasta com as declarações otimistas do presidente e do ministro Marcos Pontes em live recente. Na ocasião, ambos destacaram a expectativa de 360 voluntários para as fases iniciais e 25 mil para a fase final dos testes. A decisão de vetar os recursos gera perplexidade e frustração entre os pesquisadores e a população.

O veto presidencial aos recursos destinados à vacina Versamune representa um revés significativo para a pesquisa científica brasileira e para a luta contra a Covid-19. A falta de financiamento ameaça atrasar o desenvolvimento e a disponibilização da vacina, comprometendo os esforços para conter a pandemia.

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