Na região de Ribeirão Preto, Sertãozinho e Barretos têm funcionários que aderiram a paralização; pedido é de reajuste de até 34%
Há quase dois meses, os Institutos Federais de Educação, Greve dos Instituto Federais de São Paulo já dura dois meses, Ciência e Tecnologia de São Paulo estão em greve, afetando 37 das 41 unidades do estado. A paralisação, que já dura cerca de 60 dias, envolve servidores técnicos e professores que reivindicam reajustes salariais e melhorias nas condições de trabalho.
Motivações da greve: Os funcionários dos institutos federais pedem um reajuste salarial de 34% para técnicos e 22% para professores, além da estruturação do plano de carreira. Entre as reivindicações também está a revogação de medidas consideradas prejudiciais ao sistema, como a reforma do ensino médio. O governo federal, por sua vez, ofereceu um aumento de 12,8%, valor considerado insuficiente pela categoria.
Impactos da paralisação: A greve tem provocado prejuízos significativos aos estudantes, com muitas aulas suspensas e atividades acadêmicas paralisadas. Nas regiões de Sertãozinho e Barretos, que possuem representatividade nos institutos federais, a adesão à greve é expressiva, ampliando o impacto local.
Leia também
Contexto e impasse: O movimento grevista é um direito legal dos servidores públicos, e as negociações entre as partes ainda não chegaram a um acordo. O impasse persiste, e a necessidade de encontrar um denominador comum é urgente para evitar maiores prejuízos ao sistema educacional e aos estudantes.
Desdobramentos futuros: Até o momento, não foram divulgadas informações sobre possíveis datas para retomada das negociações ou propostas revisadas. A continuidade da greve depende do avanço nas conversas entre representantes dos servidores e o governo.
Informações adicionais
Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia são responsáveis por oferecer ensino técnico e superior em diversas áreas, contribuindo para a formação profissional e científica no país. A greve afeta diretamente o calendário acadêmico e a rotina dos estudantes, além de refletir questões estruturais do setor público federal.



