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Greve dos servidores de Ribeirão pode acabar no 21° dia

Assembleia marcada para o fim da tarde desta quarta pode dar sinal positivo para proposta de 4,69% feita pela Prefeitura
Greve dos servidores
Assembleia marcada para o fim da tarde desta quarta pode dar sinal positivo para proposta de 4,69% feita pela Prefeitura

Assembleia marcada para o fim da tarde desta quarta pode dar sinal positivo para proposta de 4,69% feita pela Prefeitura

Após uma assembleia marcada para esta quarta-feira à noite, a greve dos servidores municipais de Ribeirão Preto pode chegar ao fim. A proposta de reajuste salarial de 4,69%, a ser paga em duas parcelas (uma retroativa a março e outra em setembro), foi rejeitada em votação anterior, gerando mobilização dos servidores.

Manifestação e Dúvidas

Na manhã de hoje, servidores se manifestaram em frente ao Palácio Rio Branco, buscando esclarecimentos sobre a proposta. Professores, representando a maioria dos 4 mil servidores em greve, demonstraram interesse em retornar ao trabalho, desde que seja garantida a isenção dos descontos referentes aos 21 dias parados, conforme relato da educadora Maria Cláudia Neves. A confusão e a correria da assembleia anterior geraram dúvidas sobre o pagamento desses dias.

Negociação e Garantias

Para esclarecer os pontos obscuros, o presidente da Câmara, Rodrigo Simões, apresentou a proposta oficial do governo aos servidores. O índice de 2,35% em março e 2,34% em setembro, totalizando 4,69%, não havia sido compreendido por todos. Para garantir a aprovação na assembleia desta quarta, o sindicato buscou uma garantia adicional do governo sobre o cumprimento das duas parcelas. O receio dos servidores era que, em setembro, o pagamento pudesse ser afetado por questões de responsabilidade fiscal. O prefeito Arte Nogueira, em contato telefônico com a CBN Ribeirão, garantiu o cumprimento integral da reposição salarial, incluindo o vale-alimentação e a cesta nutricional dos aposentados.

Próximos Passos

Com a possível aprovação da proposta, o município planeja um plano de reestruturação dos serviços afetados pela greve de três semanas. A falta de materiais em saúde e educação foi um dos pontos evidenciados durante o período de paralisação. O projeto de lei para as mudanças necessárias será encaminhado à Câmara após o fim da greve, com o apoio do presidente da Câmara e dos vereadores. A assembleia decisiva está marcada para as 18h na sede do sindicato, localizada na Rua 11 de Agosto, Campos Elíseos.

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