Motoristas afirmam que estavam sendo impedidos de seguir viagem; há relatos de que caminhões teriam sido apedrejados
Caminhoneiros ficaram presos em Bebedouro por sete dias, relatando ameaças e agressões.
Motoristas retidos e ameaçados
De acordo com relatos recebidos pela CBN, cerca de 600 caminhoneiros ficaram detidos em um recinto da prefeitura de Bebedouro, sob concessão do grupo GACP (Grupo Amigos Carga Pesada). Os motoristas denunciaram ameaças, agressões e a impossibilidade de deixar o local, onde permaneceram por sete dias. Muitos caminhões transportavam produtos perecíveis, que se deterioraram durante o período de retenção. Havia inclusive um caminhão com amônia, produto inflamável e tóxico.
Intervenção policial e fim do movimento
A Polícia Militar interveio após diversas denúncias, inclusive com fotos de caminhões apedrejados enviadas ao WhatsApp da CBN. O Capitão Flávio Mira Darbo informou que o movimento aparentemente cessou após uma orientação vinda de Brasília. A maioria dos caminhoneiros já deixou o local, embora o fluxo de veículos na região ainda estivesse lento devido à grande quantidade de caminhões envolvidos.
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Liberação e desfecho
Com a orientação de Brasília, os caminhoneiros foram liberados. Embora o movimento tenha perdido força, a situação gerou preocupações e destacou a importância da comunicação e intervenção policial em situações de conflito e restrição de direitos. A Polícia Militar ressaltou a necessidade de acionar o 190 para que as autoridades possam agir prontamente em casos semelhantes.



