Com 11 integrantes e dez anos de atividade, ‘Funk Fockers’ já passaram por Dinamarca, França e Suíça
O grupo de dança urbana Funk Fokers, originário de Ribeirão Preto, celebra uma década de história com 11 integrantes e um impressionante currículo de prêmios conquistados tanto no Brasil quanto no exterior. Atualmente, parte do grupo se encontra na Europa, participando de batalhas de dança em países como Dinamarca, Suíça e França.
A Jornada Europeia e os Desafios
Matheus Barbosa Lopes, mais conhecido como Kid Guma, compartilhou conosco os desafios e conquistas do grupo em solo europeu. Após participarem de duas competições na França, enfrentaram a derrota na semifinal em Cânsis contra um grupo holandês. No entanto, a perseverança os levou à vitória em Paris, demonstrando a força e o talento do Funk Fokers.
Desvendando os Segredos do B-Boying
Kid Guma explicou os fundamentos do break, também conhecido como B-Boying, que incluem o Top Rock (estilo e apresentação em pé), o Footwork (trabalho de pés no chão), o Freeze (paradas repentinas para finalizar sequências) e o Form (giros e acrobacias). A modalidade exige muito contorcionismo, jogo de cintura e um intenso treinamento, com rotinas de 3 horas, 3 vezes por semana.
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A Busca por Apoio e a Realidade Brasileira
Apesar do talento e das conquistas, o grupo enfrenta dificuldades na busca por incentivo no Brasil. Segundo Matheus, o governo e as empresas demonstram pouco interesse em apoiar a dança urbana. Na Europa, a situação é diferente, com os organizadores valorizando mais os dançarinos e oferecendo suporte financeiro. No Brasil, os competidores precisam arcar com os custos de inscrição e estadia.
O Funk Fokers segue sua jornada, superando desafios e levando a arte da dança urbana para o mundo. Através de apresentações em festivais, teatros e até mesmo nas ruas, o grupo busca se manter e continuar representando o Brasil nas competições internacionais.



