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Grupo de WhatsApp une entidades e a sociedade civil para combater focos de incêndios

Iniciativa é da Fundação Florestal responsável, por exemplo, pela Mata de Santa Tereza, consumida por uma queimada em 2014
Grupo de WhatsApp une entidades e
Iniciativa é da Fundação Florestal responsável, por exemplo, pela Mata de Santa Tereza, consumida por uma queimada em 2014

Iniciativa é da Fundação Florestal responsável, por exemplo, pela Mata de Santa Tereza, consumida por uma queimada em 2014

Um programa criado pela Fundação Florestal tem ampliado a fiscalização e a preservação da mata de Santa Teresa, Grupo de WhatsApp une entidades e a sociedade civil para combater focos de incêndios, uma importante área verde que enfrenta riscos crescentes de queimadas devido ao clima seco e à estiagem prolongada. A iniciativa envolve a participação ativa de moradores, condomínios, agricultores, empresas e órgãos públicos, que se uniram para proteger a região e garantir a segurança ambiental e patrimonial.

Contexto e histórico da mata de Santa Teresa

A mata de Santa Teresa é uma área de preservação ambiental que, apesar de sua vegetação ainda estar em grande parte preservada, já sofreu danos significativos. Em 2014, por exemplo, boa parte da vegetação foi destruída por incêndios, resultando na morte de animais e na necessidade de medidas de proteção mais efetivas para a área. Em 2020, novos focos de fogo atingiram regiões próximas, causando preocupação entre os moradores locais.

Estrutura e funcionamento do programa de proteção: Atualmente, 14 entidades, incluindo moradores, condomínios, agricultores, empresas e órgãos públicos, participam do programa de atuação conjunta para a proteção das áreas verdes. Eugênio Doval, empresário e produtor rural envolvido no projeto, explica que o grupo recebe informações da Fundação Florestal, da Guarda Civil e da Defesa Civil sobre o risco de incêndio, velocidade do vento e umidade do ar. Essas informações climáticas são fundamentais para estabelecer diferentes estágios de alerta e orientar as ações de vigilância.

Doval destaca que, devido à expansão imobiliária e ao crescimento de condomínios próximos à mata, a vigilância precisa ser rigorosa e contínua. Ele relata que sua equipe realiza o monitoramento da área por pelo menos 15 horas diárias, utilizando os dados recebidos para planejar e executar ações preventivas.

Coordenação e resultados das ações: Luiz Carlos Antonini, diretor social do Consegue Bomfim, ressalta que a coordenação das ações é facilitada pela rápida troca de informações entre os participantes do programa, que incluem produtores rurais, empresas, associações e o poder público. A comunicação em tempo real permite respostas mais ágeis e assertivas diante de situações de risco.

Segundo Antonini, as ações coordenadas recentemente ajudaram a evitar que o fogo atingisse residências próximas à mata, protegendo tanto o meio ambiente quanto a segurança dos moradores. Ele afirma que a preservação da mata de Santa Teresa é um privilégio para a população de Ribeirão Preto e que a luta pela conservação da área é uma questão de cidadania.

Objetivos e importância do programa: O programa tem como foco principal a segurança patrimonial e ambiental, além da educação e recuperação ambiental. Projetos de monitoramento e cuidado da mata são considerados essenciais para manter a área preservada e minimizar os riscos de incêndios.

O modelo adotado no programa, que envolve a colaboração entre Estado, município e diversos participantes locais, é visto como um exemplo que pode ser replicado em outras áreas da cidade. A iniciativa busca conscientizar a população sobre a importância da preservação ambiental e incentivar a participação comunitária na proteção dos espaços verdes.

Entenda melhor

A Fundação Florestal é responsável pela gestão de áreas verdes no estado e atua na prevenção e combate a incêndios florestais. A mata de Santa Teresa está localizada em uma região que sofre com períodos de estiagem, aumentando o risco de queimadas. A participação conjunta de moradores, empresas e órgãos públicos no monitoramento e na troca de informações é fundamental para a eficácia das ações de proteção.

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