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Grupo Frente Nacional de Lutas ocupa fazenda em Ribeirão Preto

Manifestantes são contra a venda da área que pertence ao Estado; após negociação com a PM, os protestantes deixaram o local
ocupação de fazenda
Manifestantes são contra a venda da área que pertence ao Estado; após negociação com a PM, os protestantes deixaram o local

Manifestantes são contra a venda da área que pertence ao Estado; após negociação com a PM, os protestantes deixaram o local

A Polícia Militar de Ribeirão Preto evitou um novo assentamento na rodovia Giovana Aparecida de Deliberto, que liga a cidade a Dumont. Um grupo que reivindica reforma agrária invadiu um terreno do governo estadual na manhã desta quarta-feira.

Ocupação e negociação

Cerca de 30 membros da Frente Nacional de Luta chegaram ao local e começaram a montar barracos. Apesar da presença policial, o grupo se recusou a negociar inicialmente. Às 8h, o porta-voz Francisco Chagas afirmou que só deixariam o terreno com a garantia de uma solução judicial para a questão da posse da terra. Ele alegou que a polícia mencionou uma ordem de reintegração de posse, mas não apresentou a documentação.

Motivos da ocupação e desfecho

O movimento protesta contra a venda de um terreno de quase 3 milhões de metros quadrados, pertencente ao governo estadual, que foi colocado à venda através da PL 328. Os invasores alegam que o Incra já sinalizou a compra da área. Após negociações, às 9h30, a polícia, amparada por decisão judicial, deu prazo até 13h30 para a desocupação. O Major Artur Henrique Loeffler explicou que um parecer jurídico impede ocupações em terrenos estaduais. Após conversa com os manifestantes e sua advogada, foi acordado que eles deixariam o local, buscando outras vias para suas reivindicações. A desocupação ocorreu de forma pacífica, sem confrontos.

O trabalho conjunto entre a Polícia Militar e os manifestantes resultou na solução pacífica do impasse, garantindo a ordem e abrindo espaço para a busca de soluções alternativas para as reivindicações do grupo.

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