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Guardas Civis de São Carlos são acusados de agredir um morador em situação de rua

Uma mulher deficiente também registrou ocorrência indicando as agressões; Prefeitura informou, que se notificada, vai investigar
Guardas Civis de São Carlos são
Uma mulher deficiente também registrou ocorrência indicando as agressões; Prefeitura informou, que se notificada, vai investigar

Uma mulher deficiente também registrou ocorrência indicando as agressões; Prefeitura informou, que se notificada, vai investigar

Agentes da Guarda Municipal de São Carlos são alvo de apuração da Polícia Civil após denúncia de agressões contra moradores em situação de rua em frente à rodoviária local.

Denúncia e abertura de inquérito

Um boletim de ocorrência foi registrado na tarde de ontem relatando que guardas teriam ido à praça conhecida como a “minicracolândia” por volta das 4 horas da manhã e acordado pessoas em situação de rua com empurrões e chutes. Entre as vítimas estaria uma mulher com deficiência. A Secretaria Municipal informou que a corporação desconhece o registro, mas que, se acionada, abrirá investigação interna. Independente disso, a Polícia Civil deu início às apurações e encaminhou o caso à delegacia responsável pela região central.

Histórico de denúncias e busca por imagens

Não é a primeira vez que a corporação figura em denúncias. No final de 2020 houve divulgação de vídeo em que guardas teriam agredido jovens, e em outro episódio um agente foi ferido por disparo acidental durante confronto. No boletim atual não há menção a imagens, mas a Polícia Civil já informou que vai solicitar câmeras de vigilância instaladas no entorno da rodoviária, além de verificar registros de monitoramento da própria Guarda Municipal. A área é apontada como degradada e com ocorrência de furtos e roubos durante a madrugada, além de alguns estabelecimentos que funcionam até altas horas.

Próximas etapas e responsabilização

As autoridades afirmam que será necessária apuração interna preliminar e, se for o caso, investigação mais ampla pela Polícia Civil. Caso as agressões se confirmem, os responsáveis poderão responder por eventuais crimes e infrações administrativas. Moradores e entidades que acompanham a situação dos sem-teto cobram transparência e celeridade nas investigações.

A apuração segue em andamento, e novas informações poderão surgir à medida que depoimentos e imagens forem analisados.

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