Ouça a reportagem de Monize Zampieri para a CBN Ribeirão
Guardas Civis Municipais (GCM) de Ribeirão Preto iniciaram uma paralisação por tempo indeterminado nesta terça-feira, em protesto contra a administração da prefeita Darci Vera. A mobilização, organizada pelo sindicato dos servidores municipais, visa pressionar a prefeitura a atender às reivindicações da categoria.
Principais Reivindicações e Motivações da Greve
As demandas dos guardas civis incluem a troca do comando da GCM, a implantação de um plano de carreira para a categoria e a manutenção adequada das viaturas. Segundo Wagner Rodrigues, presidente do sindicato, a pauta com as reivindicações foi entregue à administração municipal no dia 29, mas não houve resposta até o momento, motivando a paralisação.
Impacto da Paralisação e Reação da Prefeitura
A greve dos guardas civis agrava o cenário de tensão entre a administração da prefeita Darci Vera e os servidores municipais. Nos últimos meses, outras categorias, como professores, profissionais da saúde e servidores do Departamento de Água e Esgoto de Ribeirão Preto (DAERP), também realizaram protestos contra o governo. O sindicato critica a falta de diálogo e a ausência de políticas públicas por parte da prefeitura. Apesar da paralisação, 30% do efetivo da GCM continuará trabalhando para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.
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Próximos Passos e Posicionamento da Administração
Inicialmente, a manifestação dos guardas civis está concentrada em frente à sede da GCM, mas não está descartada a realização de atos na prefeitura e na Câmara Municipal. Em contrapartida, a prefeitura afirma que o diálogo com a GCM e o sindicato é constante e que a Guarda Civil Municipal obteve conquistas importantes durante a atual gestão.
O movimento sinaliza um momento delicado na relação entre a administração municipal e seus servidores.



