Ouça a reportagem de Monize Zampieri para a CBN Ribeirão
A paralisação da Guarda Civil Municipal (GCM) de [Nome da Cidade, se conhecido, ou ‘uma cidade’] foi suspensa provisoriamente no início da noite de quinta-feira, após uma reunião tensa entre representantes da categoria, o sindicato dos servidores e o governo municipal.
Reivindicações e Prazo
Os guardas municipais concederam um prazo de dez dias para que a prefeita Darcy Vera (ou o nome da prefeita, se correto) atenda ou dê andamento às 14 reivindicações apresentadas. Essas reivindicações abrangem desde melhorias nas bases de trabalho até a crucial implantação de um plano de carreira para a GCM. Para tratar dessas questões, foi criada uma comissão gestora, composta exclusivamente por membros da Guarda Civil.
Possíveis Ações e o Posicionamento do Sindicato
Em caso de lentidão ou falta de resposta da administração municipal, a categoria promete adotar medidas mais rigorosas. Uma nova assembleia está agendada para o dia 2 de dezembro, promovida pelo sindicato dos servidores, com o objetivo de avaliar o progresso das negociações e as ações do governo. Wagner Hudrigues, presidente do sindicato, descreveu a reunião como tensa e desafiadora, mas indicou que um consenso parece ter sido alcançado entre os trabalhadores e o Secretário da Casa Civil.
Leia também
Propostas Legislativas e Resistência Governamental
Ainda segundo Hudrigues, a categoria planeja enviar à Câmara Municipal, na próxima semana, um projeto de lei visando a implantação do plano de carreira para a GCM, bem como outro projeto para a aplicação da escala de trabalho de 12 horas por 36 horas. O sindicato também alertou que uma greve pode ser decretada a partir de 2 de dezembro, caso as demandas não sejam atendidas pela prefeitura. Paralelamente, o governo municipal deve resistir à substituição do atual superintendente da guarda, André Luiz Tavares.
Enquanto isso, o Secretário da Casa Civil, Luquesa Juner, classificou a reunião como tranquila e produtiva. Ele garantiu que a prefeitura não descontará dos salários os três dias em que 70% do efetivo da guarda cruzou os braços, reivindicando melhores condições de trabalho. Juner acrescentou que a categoria apresentou ideias que podem aprimorar a relação entre os guardas e a administração, e que o governo pretende implementar um plano de melhorias, priorizando as solicitações mais importantes e considerando a disponibilidade financeira.



