Pauta do encontro foram os valores do quinquênio e da sexta-parte que ainda não foram pagos pelo Governo
Guardas municipais de Ribeirão Preto e seus sindicatos estão novamente em conflito com a prefeitura sobre o pagamento de adicionais por tempo de serviço (5n) e da sexta parte, valores ainda não quitados.
Histórico do Conflitp
Após anos de batalha judicial, um acordo foi firmado em julho de 2022 entre a diretoria da guarda e o sindicato, definindo os cálculos desses adicionais. Entretanto, o cálculo original considerava o "prêmio incentivo", extinto no final do ano passado. Com isso, a prefeitura solicitou o recálculo dos valores.
A polêmica do recálculo
Para Ricardo Palavere, coordenador da seccional da GCM no sindicato, a prefeitura não respeita o acordo assinado. O advogado da guarda que concordou com os cálculos originais atrásra discorda, alegando mudanças no "prêmio incentivo". A prefeitura, por sua vez, argumenta que manter o pagamento original seria inconstitucional, pois a lei que o embasava não está mais em vigor.
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Pressão e Manifestações
Guardas municipais, como Carlos Alberto Domingos (servidor desde 1993), sentem-se prejudicados pela revisão dos valores. O coordenador da seccional da GCM afirma que a categoria pressionará a administração, não descartando manifestações em frente à prefeitura. O sindicato se coloca à disposição para apoiar eventuais protestos.
A situação permanece tensa, com a possibilidade de novas mobilizações caso não haja um acordo entre as partes envolvidas. A expectativa é por uma solução que atenda às reivindicações dos guardas municipais e respeite a legislação vigente.



