Coronel José Roberto Malaspina conversou com a CBN Ribeirão
A Prefeitura de Ribeirão Preto anunciou o fim da guarda armada nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) da cidade. A decisão foi tomada um dia após a invasão da UBS do Parque Ribeirão, onde cinco homens armados roubaram as armas e coletes à prova de bala de dois guardas civis municipais que faziam a segurança do local.
Medidas Adotadas Após o Incidente
O prefeito interino, Marinho Sampaio, se reuniu com o secretário de Saúde, a Guarda Civil Municipal, o Conselho Municipal de Segurança e o Comando da Polícia Militar para discutir a situação. O coronel da APM, José Roberto Malaspina, informou que o policiamento será intensificado em algumas UBS, mas ainda não definiu quais. A presença constante de policiais militares nas unidades está sendo avaliada, mas não será implementada de imediato.
Reorganização do Policiamento e Atendimento às Demandas
A Polícia Militar planeja remanejar policiais para atender à demanda da Prefeitura e da comunidade. A prioridade será dada às unidades com os problemas mais graves. O coronel Malaspina ressaltou que crimes em unidades de saúde fogem da rotina de crimes contra o patrimônio, sugerindo que o grupo envolvido pode estar ligado a outros delitos com o objetivo de perturbar a comunidade.
Sindicância e Investigação
Funcionários da UBS do Parque Ribeirão já haviam paralisado as atividades no início da semana, exigindo mais segurança devido a atos de vandalismo e furtos. A Secretaria de Saúde de Ribeirão Preto abrirá uma sindicância para investigar o desligamento do sistema de monitoramento da UBS do Parque Ribeirão na noite anterior ao roubo das armas. A última imagem gravada pelas câmeras foi às 9h40 de terça-feira. A ausência de máscaras nos criminosos chamou a atenção da guarda.
A administração municipal busca alternativas para garantir a segurança de funcionários e pacientes, enquanto investiga as circunstâncias do incidente e o possível envolvimento dos criminosos em outras atividades ilícitas.



