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Guatapará é o 10º município do Brasil com maior proporção de amarelos na população

Dos 7.320 moradores, 3,5% se autodeclararam como sendo da cor amarela, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta sexta (22)
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Dos 7.320 moradores, 3,5% se autodeclararam como sendo da cor amarela, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta sexta (22)

Dos 7.320 moradores, 3,5% se autodeclararam como sendo da cor amarela, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta sexta (22)

Guatapará: Cidade com maior proporção de pessoas que se declaram amarelas no Brasil

Censo 2022 revela dados surpreendentes

O Censo 2022 trouxe à tona um dado interessante sobre Guatapará, município localizado na região de Ribeirão Preto: a cidade ocupa o décimo lugar no ranking nacional de municípios com maior proporção de pessoas que se autodeclararam como pertencentes à raça amarela. De sua população de 7.320 habitantes, 756 (3,5%) se identificaram dessa forma.

Origens da comunidade japonesa em Guatapará

A forte presença da comunidade amarela em Guatapará está intrinsecamente ligada à sua história. Fundada em 1865 a partir da extinta fazenda Guatapará, a cidade se desenvolveu como um importante centro cafeeiro. Por volta de 1962, cerca de 150 famílias japonesas, incentivadas pelo governo japonês, migraram para a região, ocupando terras subsidiadas em Mombuka, distrito conhecido por sua população japonesa. Essa imigração contribuiu significativamente para o crescimento da cidade e a formação de uma comunidade com forte identidade cultural japonesa.

Uma história de trabalho e dedicação

A cultura japonesa, conhecida por sua disciplina e dedicação ao trabalho, se mostra presente na história de Guatapará. Assim como em outras regiões do Brasil, como Franca, a comunidade japonesa se destacou na produção cafeeira. Apesar da pequena área do Japão, os imigrantes demonstraram grande capacidade de adaptação e sucesso em suas atividades agrícolas.

A história de Guatapará demonstra a riqueza da diversidade cultural brasileira e o impacto da imigração na formação das cidades. A forte presença da comunidade japonesa, refletida nos dados do Censo 2022, enriquece o patrimônio cultural da região e contribui para a construção de uma identidade local singular.

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