Advogado de Arthur Paes Marques, pai de Joaquim, acredita em esforço da Justiça para que processo demore menos de três meses
Após meses foragido, Guilherme Longo, acusado pela morte do menino Joaquim, foi preso na Espanha. A prisão, exibida com exclusividade pelo Fantástico, gerou alívio para a família e expectativas quanto à justiça.
Prisão e Extradição
Longo foi encontrado em Barcelona, utilizando documentos falsos de um primo. A Polícia Federal confirmou a utilização de identidade falsa, e o advogado de Arthur, Alexandre Durante, afirmou que já está reunindo provas para anexar ao processo. A extradição, segundo Durante, deve levar de dois a três meses, dependendo da agilidade da justiça espanhola. O promotor Marco Sturliu Nicolino destaca que a previsão é otimista, pois a burocracia do processo na Espanha é imprevisível.
O Julgamento e os Demais Envolvidos
A promotoria acredita que, uma vez no Brasil, o julgamento será mais célere, visto que a maior parte do processo já foi concluída. Natália Ponte, mãe de Joaquim e ré no caso por omissão, aguarda julgamento em liberdade. Seu advogado, Natân Castelo Branco de Carvalho, afirma que ela não tem responsabilidade pela morte do menino e espera sua absolvição. Ainda restam perguntas sobre quem financiou a fuga de Longo e como ele obteve os documentos falsos, com investigações em andamento.
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Desfecho e Reflexões
A prisão de Guilherme Longo representa um avanço significativo na busca por justiça pela morte de Joaquim. Apesar da demora inerente aos processos judiciais internacionais, a expectativa é de que o caso seja resolvido o mais breve possível, trazendo algum conforto à família e à sociedade. A investigação sobre a fuga de Longo e a responsabilidade dos demais envolvidos continua em andamento.


