Acusado de matar o enteado Joaquim Ponte Marques, de três anos, ele foi detido na Espanha após sete meses foragido
Fuga e Prisão
Giliar Milongo, que estava em liberdade provisória após ser acusado de matar seu enteado Joaquim Pontmar em 2013, fugiu em setembro do ano passado. Ele deixou uma carta em sua casa em Ribeirão, confessando o crime. A principal suspeita é que Milongo tenha utilizado documentos falsos de um primo para deixar o país, possivelmente passando pelo Paraguai ou Uruguai. Preso pela Interpol na Espanha, ele deve chegar à Penitenciária de Tremembé no sábado.
Investigação e Condenação
O promotor Marco Túlio Nicolino afirmou que a fuga de Milongo para outro país agrava sua pena, e que ele responderá ao processo preso. A defesa de Milongo pretende que a justiça ouça novamente seu cliente, levando em consideração um vídeo que ele deixou para uma emissora de TV antes de fugir. A polícia concluiu que Milongo matou Joaquim com uma alta dose de insulina e jogou seu corpo em um córrego. Ele foi indiciado por homicídio triplamente qualificado.
Situação da Mãe
A mãe de Joaquim, Natalia Ponte, também é acusada de omissão, por saber da agressividade de Milongo e seu retorno ao uso de drogas na época da morte do garoto. A justiça considera que a fuga de Milongo demonstra sua intenção de obstruir a ação da justiça, impossibilitando qualquer possibilidade de liberdade condicional.
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A prisão de Giliar Milongo, após sua fuga e período foragido, garante que ele responderá pelo crime cometido. O processo judicial segue seu curso, com o promotor buscando a condenação e a defesa buscando apresentar sua versão dos fatos.



