Procurado desde setembro de 2016, padrasto do menino Joaquim foi detido pela Interpol
Após meses de busca, Guilherme Longo, padrasto do menino Joaquim, foi preso em Barcelona, na Espanha. A prisão, ocorrida na manhã de quinta-feira, foi confirmada pelo promotor Marco Stúlio Nicolino e pelo advogado Alexandre Durante, que representa o pai biológico da vítima.
Prisão e Extradição
A principal suspeita é de que Longo utilizou documentos falsos para fugir da justiça brasileira após conseguir um habeas corpus em 2016. A Polícia Federal, em conjunto com a Interpol e a polícia espanhola, efetuou a prisão. A data exata de sua extradição para o Brasil ainda não foi definida.
O Caso Joaquim
Joaquim, de três anos, foi encontrado morto em novembro de 2013, no Rio Pardo do Embareto. Longo foi acusado de homicídio triplamente qualificado, com a suspeita de que o menino foi morto com uma alta dosagem de insulina. A mãe de Joaquim, Natália Ponte, também é acusada de homicídio por omissão, por supostamente saber da agressividade de Longo e de seu retorno ao uso de drogas.
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Desdobramentos
Com a prisão de Longo na Espanha, a expectativa é que seu processo no Brasil seja agravado, considerando a fuga e o uso de documentos falsos. O promotor acredita que ele responderá ao processo preso, sem a possibilidade de liberdade provisória. A defesa de Longo poderá solicitar sua liberdade novamente, mas a situação do acusado é considerada muito mais complexa atrásra.



