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Guilherme Longo vai participar de forma presencial de seu julgamento pela morte de Joaquim

Padrasto do menino, morto em 2013, está preso em Tremembé; júri dele e de Natália Ponte começa na segunda-feira (16)
morte de Joaquim
Padrasto do menino, morto em 2013, está preso em Tremembé; júri dele e de Natália Ponte começa na segunda-feira (16)

Padrasto do menino, morto em 2013, está preso em Tremembé; júri dele e de Natália Ponte começa na segunda-feira (16)

O julgamento de Natália Ponte e Guilherme Longo, mãe e padrasto acusados da morte do menino Joaquim Ponte Marques, inicia na segunda-feira. O caso, que completa 10 anos em novembro de 2023, gerou grande comoção nacional e promete ser um dos maiores julgamentos da história jurídica de Ribeirão Preto.

Relembrando o Caso

Em novembro de 2013, o casal denunciou o desaparecimento de Joaquim, de três anos. Cinco dias depois, o corpo do menino foi encontrado no Rio Pardo. A investigação apontou para uma superdosagem de insulina, aplicada por Guilherme, que era padrasto de Joaquim e tinha conhecimento de sua condição de diabético. Guilherme negou as acusações, mas foi preso e, após fuga e posterior captura na Espanha, permanece detido em Tremembé.

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O Julgamento

O julgamento, previsto para durar 12 dias, envolve mais de 34 testemunhas. Natália é acusada de omissão. Guilherme, além da acusação principal, enfrenta acusações de ter descumprido regras da justiça após sua libertação provisória. A defesa de ambos os réus alega inocência. O julgamento será realizado em Ribeirão Preto, com Guilherme sendo transferido de Tremembé.

Detalhes da Prisão e o Julgamento

Guilherme Longo está detido na Penitenciária 2 de Tremembé, conhecida por abrigar presos envolvidos em crimes de grande repercussão. A penitenciária oferece programas de estudo e trabalho que podem reduzir a pena. A transferência de Guilherme para Ribeirão Preto é confirmada, embora detalhes sobre a logística sejam mantidos em sigilo por questões de segurança. O julgamento terá duração de pelo menos seis dias, com depoimentos de testemunhas, peritos e dos réus. Após os depoimentos, os jurados decidirão sobre a culpa ou inocência de Natália e Guilherme.

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