Há quase cinco anos na vida dos brasileiros, PIX já gerou economia acumulada de R$ 100 bilhões
O Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, revolucionou a economia brasileira em menos de cinco anos. Com uma economia acumulada de R$106 bilhões para empresas e consumidores, o Pix se consolidou como uma ferramenta indispensável no dia a dia. Mas como essa tecnologia alcançou tal impacto?
A Economia Tangível do Pix
Para ilustrar o impacto do Pix, podemos observar exemplos práticos. Um empresário local, ao eliminar as taxas de cartão, economizou cerca de R$8 mil em um ano. Se todos os clientes utilizassem o Pix, essa economia poderia dobrar. Essa realidade se estende desde a pizzaria até o entregador de gás, mostrando como o Pix substituiu as TEDs, eliminando taxas e facilitando transações.
Crescimento Exponencial e Novas Modalidades
O crescimento do Pix é notável. Em 2021, o primeiro ano de implementação, a economia gerada foi de aproximadamente R$5 bilhões. Já na primeira metade de 2025, esse valor saltou para quase R$19 bilhões. Esse aumento demonstra a crescente adesão ao sistema. Além disso, novas modalidades como o Pix agendado, o Pix Saque e o Pix Troco impulsionaram ainda mais o uso e a economia.
Leia também
Oportunidades e Cuidados
O Pix também gerou novas oportunidades de negócios. Vendedores ambulantes e motoristas de aplicativo adotaram o QR Code como forma de recebimento, otimizando o tempo e facilitando as transações. No entanto, é preciso estar atento aos cuidados com golpes e fraudes, que sempre existirão. A segurança e a eficiência do Pix são garantidas pela regulação do Banco Central, mas é importante considerar modelos mais democráticos para evitar a centralização excessiva.
Com a ampliação de funcionalidades como o Pix parcelado e o Pix internacional, a expectativa é que o Pix continue impulsionando a economia brasileira, podendo gerar até R$40 bilhões anuais em 2030.