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Há um mês na fase de transição do plano São Paulo, Ribeirão registra mais de 94% de ocupação nos leitos de UTI

Cidade tem 310 leitos de unidade de terapia intensiva disponíveis, sendo que 292 estão ocupados
ocupação UTI São Paulo
Cidade tem 310 leitos de unidade de terapia intensiva disponíveis, sendo que 292 estão ocupados

Cidade tem 310 leitos de unidade de terapia intensiva disponíveis, sendo que 292 estão ocupados

Ribeirão Preto registra aumento de casos e mortes por Covid-19

Novos casos e óbitos

De acordo com o último boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde de Ribeirão Preto, foram confirmados 390 novos casos de Covid-19 na cidade, elevando o total de infectados para 74.511. Desse número, 32.561 diagnósticos ocorreram entre janeiro e maio deste ano. O boletim também aponta cinco novas mortes em decorrência da doença, sendo quatro homens e uma mulher com idades entre 60 e 93 anos. Todos os óbitos ocorreram entre os dias 12 e 13 de maio e as vítimas apresentavam comorbidades.

Situação dos hospitais

A ocupação hospitalar continua crítica. Dados do site leitoscovid.org apontam que, dos 310 leitos de UTI disponíveis em Ribeirão Preto, 292 estão ocupados, restando apenas oito leitos disponíveis. A taxa de ocupação de leitos de UTI é de 94%, com 208 respiradores em uso. Nas enfermarias, a situação também é preocupante: dos 377 leitos, 300 estão ocupados (79% de ocupação), com seis respiradores em uso.

Fase de transição e impacto na taxa de ocupação

Há um mês, Ribeirão Preto e o Estado de São Paulo entraram na fase de transição, com a reabertura gradual do comércio. Apesar da flexibilização, a situação nos hospitais não apresentou mudanças significativas, permanecendo em estado crítico. Os polos Covid da cidade, que chegaram a operar nas fases laranja e verde, retornaram à fase vermelha, indicando um cenário de alerta.

A situação em Ribeirão Preto demonstra a necessidade de cautela e o impacto da flexibilização das medidas restritivas na taxa de ocupação hospitalar. A alta taxa de ocupação de leitos de UTI e enfermaria, aliada ao número de novos casos e óbitos, reforça a importância da manutenção de medidas preventivas para conter o avanço da pandemia.

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