Ex-jogador do Botafogo e do Comercial, Mirita, foi alvo de um dos estelionatários nesta segunda-feira (3)
Golpes virtuais estão cada vez mais sofisticados e frequentes, exigindo atenção redobrada dos usuários. Recentemente, uma nova modalidade tem causado preocupação: a clonagem do WhatsApp. Através de links falsos ou outros métodos, criminosos conseguem acesso ao número da vítima e, consequentemente, aos seus contatos.
Clonagem do WhatsApp: como funciona?
O golpe, conhecido como SIM Swap, permite que o criminoso habilite o número da vítima em seu próprio celular, obtendo acesso completo a aplicativos, mensagens e informações. Assim, o golpista se passa pela vítima, contatando seus amigos e familiares com pedidos de dinheiro, geralmente prometendo devolução posterior. O professor Mirita foi uma das vítimas, tendo seu celular clonado após clicar em um link suspeito enviado por SMS.
Consequências e como se proteger
As consequências da clonagem do WhatsApp podem ser graves, resultando em prejuízos financeiros e danos à reputação. Para se proteger, é crucial habilitar a verificação em duas etapas no aplicativo, criando um PIN atrelado ao e-mail. Evitar clicar em links desconhecidos também é fundamental. Caso seja vítima, registre um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima. A polícia pode investigar o caso, mesmo com o golpista agindo anonimamente, e aqueles que recebem o dinheiro ilícito podem responder por crimes como lavagem de dinheiro.
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A velocidade com que informações se espalham na era digital facilita a ação de golpistas. A prevenção, por meio de medidas de segurança e cautela ao lidar com links e mensagens suspeitas, é a melhor forma de evitar ser vítima desse tipo de crime. A conscientização e a rápida denúncia são armas importantes no combate a essas práticas criminosas.



