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HC Ribeirão e Hemocentro iniciam os teste clínicos com o tratamento CAR-T Cell

Serão tratados 81 pacientes com leucemia linfoide aguda de células B e linfoma não Hodgkin de células B
HC Ribeirão e Hemocentro iniciam os
Serão tratados 81 pacientes com leucemia linfoide aguda de células B e linfoma não Hodgkin de células B

Serão tratados 81 pacientes com leucemia linfoide aguda de células B e linfoma não Hodgkin de células B

Começou hoje, em Ribeirão Preto, o estudo clínico que testa a terapia celular chamada Cartecel para o tratamento de cânceres do sangue. A iniciativa reúne pesquisadores do Hemocentro de Ribeirão Preto e do Centro de Terapia Celular da USP e marca o primeiro passo de uma série de avaliações clínicas da técnica.

Detalhes do estudo

Nesta fase inicial, quatro pacientes com leucemia linfóide aguda de células B ou linfoma não-Hodgkin de células B estão recebendo o tratamento no Hemocentro de Ribeirão Preto. Cada um permanecerá em acompanhamento por um período entre 15 e 30 dias, ao fim do qual os dados coletados serão encaminhados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para análise de segurança e eficácia.

Critérios e abrangência

O estudo prevê, ao todo, a seleção de 81 pacientes distribuídos em cinco instituições de saúde. Podem participar pessoas com idades entre 3 e 70 anos que não obtiveram resposta adequada a tratamentos convencionais, como quimioterapia, transplante de medula e radioterapia. As unidades envolvidas incluem centros de referência em São Paulo e em Campinas, além do Hemocentro de Ribeirão Preto.

Perspectivas e próximos passos

Os coordenadores ressaltam que a pesquisa busca avaliar se a Cartecel pode se tornar uma nova ferramenta no combate a neoplasias hematológicas resistentes aos protocolos atuais. Caso os resultados iniciais demonstrem segurança e benefício clínico, etapas subsequentes e novas análises serão necessárias para ampliar o uso da técnica.

Pesquisadores e equipes médicas acompanham os primeiros pacientes com cautela, destacando a importância do monitoramento rigoroso e da avaliação regulatória antes que qualquer avanço seja incorporado à prática clínica rotineira.

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