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Hemocentro de Ribeirão confirma nova subvariante circulando pela cidade

Até a última segunda-feira (14), cerca de 30% das amostras coletadas foram diagnosticadas a BQ.1
subvariante covid Ribeirão
Até a última segunda-feira (14), cerca de 30% das amostras coletadas foram diagnosticadas a BQ.1

Até a última segunda-feira (14), cerca de 30% das amostras coletadas foram diagnosticadas a BQ.1

Ribeirão Preto registra aumento de casos de Covid-19 e novas variantes.

Subvariantes do coronavírus em Ribeirão Preto

O Hemocentro de Ribeirão Preto confirmou a circulação na cidade da subvariante BQ.1 do coronavírus, representando cerca de 30% das amostras coletadas (aproximadamente 10 casos). Além disso, foi confirmado um caso da variante CK.2.2, sendo Ribeirão Preto a primeira cidade brasileira a registrar esta variante.

Medidas de prevenção adotadas

Devido ao aumento de casos, diversas cidades da região, incluindo Ribeirão Preto, adotaram medidas como o retorno obrigatório do uso de máscaras em ambientes fechados. A USP de Ribeirão Preto, por exemplo, tornou o uso de máscaras obrigatório em ambientes fechados a partir de quarta-feira. Para o infectologista Valdes Bolela, do HC de Ribeirão Preto, essa medida é fundamental para conter o avanço da doença. A vacinação completa continua sendo enfatizada como a medida mais importante de prevenção contra formas graves da doença.

Cenário atual e recomendações

Dados da Secretaria de Saúde de Ribeirão Preto mostram um aumento significativo de casos de Covid-19 na primeira semana de novembro, superando a metade dos registros de todo o mês de outubro. A Unesp de Franca também recomenda o uso de máscaras em ambientes fechados e aglomerações, especialmente para idosos. A recomendação é que pessoas com sintomas gripais evitem ir às instituições e que todos procurem atualizar sua vacinação. A situação reforça a importância da vacinação completa e doses de reforço para reduzir o risco de casos graves e a disseminação das novas variantes. Embora o aumento de casos seja preocupante, a expectativa é que a vacinação continue protegendo contra formas graves da doença, como observado em 2022.

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