Nainôra Maria Barbosa de Freitas concedeu entrevista coletiva
O fluxo de veículos no entorno da Catedral de Ribeirão Preto tem gerado discussões sobre a necessidade de preservação do patrimônio cultural e o impacto na população local. A questão central é como equilibrar o acesso à igreja com a conservação de um bem cultural tombado.
A Importância da Preservação do Patrimônio Cultural
A Catedral de Ribeirão Preto é um bem cultural da cidade e, como tal, deve ser preservada. A população precisa entender que a catedral é parte de sua identidade e história, e que sua integridade deve ser protegida. A mudança no fluxo de veículos, como a criação de calçadões em outras áreas da cidade, demonstra que é possível encontrar soluções para proteger o patrimônio.
Estudos e Medidas para a Preservação
A Cura está conduzindo um estudo em parceria com a Catedral de Ribeirão Preto para identificar as primeiras medidas a serem tomadas. O objetivo é preservar tanto os fiéis e turistas que frequentam a igreja quanto a estrutura do templo. Como a catedral é tombada pelo Condephaat (órgão estadual) e pelo Compac (órgão municipal), qualquer intervenção deve ser aprovada por esses órgãos.
Ações Imediatas e Recomendações
Após a conclusão do laudo, a Cura, em conjunto com o Pároco da Catedral, Padre Francisco, analisará as providências a serem tomadas. Sugestões incluem a recuperação das calçadas para controlar infiltrações e ações internas para conter rachaduras. O laudo aponta que, mesmo que as vibrações causadas pelo trânsito estejam em níveis baixos, a longo prazo, é necessário cessar o tráfego no entorno da catedral para evitar o agravamento dos problemas estruturais.
O cronograma da igreja não será alterado e não há risco imediato para os fiéis. A prioridade é encontrar soluções que garantam a preservação da catedral para as futuras gerações.



