A utilização de holding patrimonial, os cuidados jurídicos na compra de imóveis e o crescimento dos family offices foram os temas da coluna Mundo Imobiliário. O gestor patrimonial Jorge Pereira destacou que, apesar de popular, a holding não é solução universal e deve ser avaliada conforme o perfil e o tamanho do patrimônio de cada investidor.
Segundo ele, a estrutura pode ser eficiente para organização patrimonial e sucessória, mas, em alguns casos, pode gerar custos maiores do que alternativas mais simples, como o testamento. O especialista também reforçou a importância da análise documental na aquisição de imóveis, com verificação detalhada antes da compra para evitar problemas futuros em processos de sucessão.
A coluna ainda abordou o avanço dos family offices, impulsionado pela busca por atendimento mais personalizado e alinhado aos interesses do cliente. Como primeiro passo para organizar o patrimônio, a recomendação é ter controle financeiro, definir objetivos e diversificar investimentos de acordo com o perfil de risco. Ouça o áudio completo da coluna para mais detalhes.