Rodrigo Nomura Guerreiro, 43, postou no Facebook que mataria juíza e promotora de Jaboticabal pela perda da guarda da filha
Em uma guerra virtual, Rodrigo Nomura, 43 anos, ameaçou matar autoridades de Jabot-khabal, incluindo uma juíza que negou a ele a guarda do filho de 10 anos, que mora com a mãe nos Estados Unidos. Além da juíza, suas ameaças também se estenderam a duas promotoras de justiça.
Ameaças e alegações de envolvimento criminoso
Nomura afirmou pertencer a uma organização criminosa, alegando treinamento no exterior e prometendo vingança. Ele chegou a mencionar o atirador de Campinas como referência, comparando seus atos aos seus planos. A polícia, no entanto, desmentiu essa alegação, concluindo que ele agiu sozinho.
Investigação e prisão
A prisão ocorreu em sua residência no Jardim São Marcos. O delegado seccional de Sertãozinho, Claudio José Otto Boni, relatou que Nomura havia acabado de publicar novas ameaças e ofensas contra autoridades públicas no momento da detenção. As investigações apontaram que suas ações tinham como objetivo coagir o processo judicial para obter a guarda do filho.
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Diagnóstico e acusações
Nas publicações, Nomura declarou ser bipolar. Apesar das alegações iniciais de envolvimento com o crime organizado, a polícia confirmou que ele agiu sozinho, motivado pela disputa pela guarda do filho. Além das ameaças, ele responderá por coação no curso do processo e injúria. Com um boletim de ocorrência anterior por ameaça e agressão a uma ex-namorada, Nomura foi encaminhado ao CDP de Tayuva. A informação é de Liz Canelo para a CBN Ribeirão.



