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Homem é inocentado da acusação de matar um empresário, em 2018, por dinheiro de seguro

Esposa da vítima, que seria a mentora do crime, também já havia sido inocentada; Leandro Henrique Batista foi morto em Dumont
inocência em caso de assassinato
Esposa da vítima, que seria a mentora do crime, também já havia sido inocentada; Leandro Henrique Batista foi morto em Dumont

Esposa da vítima, que seria a mentora do crime, também já havia sido inocentada; Leandro Henrique Batista foi morto em Dumont

Em mais um desfecho surpreendente para o caso do empresário Leandro Henrique Batista, morto em 2018, o réu Eber da Silva Rezende foi inocentado pelo Tribunal do Júri. A decisão, proferida ontem, por quatro votos a dois, isenta Rezende da acusação de ser o executor do crime. Com isso, tanto Rezende quanto Ana Cláudia Batista, viúva da vítima e acusada de ser a mandante, foram absolvidas pela justiça.

O Caso Leandro Henrique Batista

Leandro Henrique Batista, 35 anos, foi encontrado morto em fevereiro de 2018 em sua residência no Jardim Monte Carmo, em Ibiporã (PR). A investigação policial inicialmente explorou as hipóteses de latrocínio e crime passional, culminando na acusação de Ana Cláudia Batista, esposa da vítima na época, como mandante do crime, e Eber da Silva Rezende como executor. Ana Cláudia já havia sido absolvida em março deste ano, após um julgamento no qual a defesa argumentou sobre incoerências na acusação.

Inocência Confirmada

A defesa de Eber Rezende, durante o julgamento, apresentou argumentos que questionaram a consistência das acusações, destacando o abandono prematuro de outras linhas de investigação. A estratégia da defesa focou em demonstrar a falta de provas concretas que ligassem o réu ao crime, convencendo a maioria dos jurados de sua inocência. Os jurados, por quatro votos a dois, entenderam que não havia provas suficientes para condenar Eber, levando à sua absolvição.

Desfecho do Caso

Com a absolvição de Eber Rezende, encerra-se um capítulo importante neste caso que gerou grande repercussão na região. A justiça, após analisar as evidências apresentadas em dois julgamentos distintos, decidiu pela inocência tanto da viúva quanto do suposto executor. Resta atrásra a compreensão da família e amigos da vítima diante desse desfecho, que demonstra a complexidade da investigação e a importância do devido processo legal.

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