Suspeito foi encontrado através de um usuário na web que compartilhava este tipo de conteúdo; investigação é da Polícia Federal
A Polícia Federal de Ribeirão Preto deflagrou na manhã desta quarta-feira uma nova fase da Operação Hephes, operação contínua focada na erradicação de materiais relacionados a crimes de abuso e exploração sexual infantil. A ação resultou na prisão de um morador da cidade que ocupava o primeiro lugar no ranking local de compartilhamento de arquivos de pedofilia via P2P.
Investigação e Prisão
As investigações começaram com a identificação de um usuário compartilhando arquivos com cenas de violência sexual contra crianças e adolescentes em redes P2P. A PF descobriu milhares de arquivos de fotos e vídeos com conteúdo de exploração sexual infantil em posse do suspeito. Com mandado judicial, policiais cumpriram busca e apreensão no endereço do investigado, encontrando o material descrito e efetuando a prisão em flagrante. Equipamentos de informática e outros itens foram apreendidos e serão periciados para identificar possíveis abusadores, vítimas e produtores do conteúdo.
Consequências e Legislação
O crime de compartilhamento de arquivos de pornografia infantil, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente, é punido com reclusão de 3 a 6 anos. A posse de tais arquivos resulta em pena de 1 a 4 anos de prisão. A operação Hephes visa combater esse tipo de crime e proteger crianças e adolescentes.
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Atuação da Polícia Federal
Esta é a segunda operação consecutiva da Polícia Federal em Ribeirão Preto voltada para o combate à pornografia infantil. A reportagem acompanha o caso e buscará mais informações sobre o envolvimento do suspeito em uma rede de compartilhamento de conteúdo desse tipo.



