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Homem é preso por suspeita de racismo em Sertãozinho

Rapaz que teria ofendido atriz Taís Araújo e jornalista Maria Júlia Coutinho teve prisão preventiva decretada
racismo em Sertãozinho
Rapaz que teria ofendido atriz Taís Araújo e jornalista Maria Júlia Coutinho teve prisão preventiva decretada

Rapaz que teria ofendido atriz Taís Araújo e jornalista Maria Júlia Coutinho teve prisão preventiva decretada

Um homem do Rio de Janeiro, procurado pela justiça, foi preso em Sertãozinho, São Paulo, durante uma operação policial na manhã de hoje. A ação, que também cumpriu quatro mandados de prisão e onze de busca e apreensão em outros estados, investiga ataques racistas realizados por um grupo na internet.

Ataques Premeditados Contra Atriz e Jornalista

De acordo com a investigação, os membros do grupo teriam planejado ofensas tanto contra a atriz Taís Araújo quanto contra a jornalista Maria Júlia Coutinho, da TV Globo. A polícia apura a extensão do envolvimento de cada um dos suspeitos nos ataques.

Investigação e Prisão em Sertãozinho

O delegado Targinosório, titular da Delegacia de Investigações Gerais de Sertãozinho, informou que as investigações foram conduzidas pela Delegacia de Repressão contra Crimes de Informática do Rio de Janeiro. A operação se estendeu a Sertãozinho devido ao decreto de prisão temporária do suspeito. A prisão temporária foi decretada por cinco dias, e ele será transferido para o Rio de Janeiro ainda hoje.

Operação Abrange Diversos Estados

Além de São Paulo e Rio de Janeiro, a operação também se estendeu aos estados do Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina, Bahia e Rio Grande do Sul. O objetivo é identificar e responsabilizar os autores de comentários racistas feitos no Facebook contra Maria Júlia Coutinho em julho do ano passado e contra Taís Araújo em novembro do mesmo ano. O Ministério Público acompanhou o caso com rigor, solicitando à promotoria de investigação penal que atuasse em conjunto com a delegacia especializada.

Alegada Negativa e Implicações Legais

O suspeito preso alega não ter escrito os comentários racistas, afirmando que apenas administrava um grupo na internet e que os autores seriam outros participantes. Ele deverá responder por associação criminosa e injúria racial, com pena que pode chegar a três anos de reclusão. O crime de racismo é imprescritível e não cabe fiança.

A ação demonstra o esforço das autoridades em combater crimes de ódio e responsabilizar os autores de ataques racistas na internet.

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